Todos sabem que o Pai Natal não existe. Ainda assim, e à parte esta certeza partilhada por todo o indivíduo de idade superior a 10 anos, bem hajam as milhentas aldrabices que por aí se contam: do fato vermelho às barbas brancas sem omitir a infame lista dos meninos bonzinhos e marotos. Bem hajam todas essas balelas que sempre vão participando do fundamento para o décimo terceiro mês – se a vida do português já é dura, como seria sem o citado?
Com efeito, o Pai Natal não existe. Não se caia, entanto, no erro de pensar que, porque o velhote não anda lá a marcar o destino do povo com prenda ou não prenda, se está livre de castigo ou recompensa. Não, não, não…
Há por aí algo bem mais atento do que um velho caduco que continua a dar-se com renas não obstante os muitos protestos por parte da sociedade protectora dos animais. Esqueçam o Pai Natal mas temam… temam mesmo - O KARMA!
O Karma, não sei bem se ser, coisa ou força cósmica, já me tramou muitas vezes e compensou outras tantas. Estou seguro de que a vós também, se pensarem um pouco. Faz tudo parte do esquema de que o universo se serve para equilibrar as vivencias. A vida funciona de uma forma deveras estranha, mas a verdade é que funciona.
O Karma não tem, como tem o Pai Natal, direito a celebrações, copos de leite e biscoitos ou cânticos rejubilantes. Quanto muito lhe são concedidas umas mão cheias de referências em livros do oculto, revistas esotéricas, quiçá num par de revistas cor-de-rosa. Fala-se também muito dele em conversa de café, mas por aí se fica. Talvez o Karma se sinta seriamente subvalorizado e leve por isso tão a sério este papel de espécie de Robin dos Bosques que compensa e descompensa condutas de bem e de mal. Mas chega de ridículos esforços para dissecar os sentimentos do Karma como sujeito, que disparate!
Simplesmente anelo que se tenha muito cuidado com os bumerangues atirados ao vento. O Karma é muito brincalhão e lança-os de volta sem aviso… é uma chatice! Aquilo que se espalha pelo mundo o Karma devolve. Tenta lá bater isto, oh Pai Natal!
Com efeito, o Pai Natal não existe. Não se caia, entanto, no erro de pensar que, porque o velhote não anda lá a marcar o destino do povo com prenda ou não prenda, se está livre de castigo ou recompensa. Não, não, não…
Há por aí algo bem mais atento do que um velho caduco que continua a dar-se com renas não obstante os muitos protestos por parte da sociedade protectora dos animais. Esqueçam o Pai Natal mas temam… temam mesmo - O KARMA!
O Karma, não sei bem se ser, coisa ou força cósmica, já me tramou muitas vezes e compensou outras tantas. Estou seguro de que a vós também, se pensarem um pouco. Faz tudo parte do esquema de que o universo se serve para equilibrar as vivencias. A vida funciona de uma forma deveras estranha, mas a verdade é que funciona.
O Karma não tem, como tem o Pai Natal, direito a celebrações, copos de leite e biscoitos ou cânticos rejubilantes. Quanto muito lhe são concedidas umas mão cheias de referências em livros do oculto, revistas esotéricas, quiçá num par de revistas cor-de-rosa. Fala-se também muito dele em conversa de café, mas por aí se fica. Talvez o Karma se sinta seriamente subvalorizado e leve por isso tão a sério este papel de espécie de Robin dos Bosques que compensa e descompensa condutas de bem e de mal. Mas chega de ridículos esforços para dissecar os sentimentos do Karma como sujeito, que disparate!
Simplesmente anelo que se tenha muito cuidado com os bumerangues atirados ao vento. O Karma é muito brincalhão e lança-os de volta sem aviso… é uma chatice! Aquilo que se espalha pelo mundo o Karma devolve. Tenta lá bater isto, oh Pai Natal!
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